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Mostrando postagens de Abril, 2018

Criar caminhos

Fico profundamente abismado com tamanha pluralidade cultural, de riqueza inestimável que o Brasil têm, cheio de artistas completos com a capacidade inigualável de transformar seu público em sonhadores, com uma energia vibracional tão forte que leva as mazelas da vida por 1 hora, 2 horas, por um dia e muitas vezes pela vida inteira.
Mas isso nunca foi novidade, somos marcados pela luta, uma que nos permita ser quem somos em todos os lugares, uma batalha que expressa nossos desejos mais frágeis, aqueles os quais nos tornam fortes e resistentes, onde o temor não ganha espaço e a desistência não é ditadora.
Entretanto, acometidos por toda sorte de corrupção, nos princípios, nos valores, no caráter e na retidão, por tantas vezes nos deixamos levar pela divisão, pelo ódio, pela censura e o pior de todos: o senso de justiça individual. Um que muda drasticamente a forma como o mundo é, a forma como o Cidadão do Mundo deve ser.
Estamos nos tornando ladrões para explicar o roubo, preconceituosos p…

O chamado para ser Cidadão do Mundo

Em toda a história da humanidade, no passar dos séculos, sempre percebemos e conhecemos àqueles que dedicaram suas vidas inteiramente à humanidade, ao bem estar do próximo, lutando contra os problemas mais diversos e mais latentes como a miséria, a educação, a voz altiva e a ascensão dos mais prejudicados pelo destino injusto e incerto do nosso mundo louco.

Pensando em como é difícil e ao mesmo tempo um gesto de grandeza e honra, o se doar e se colocar na linha de frente como agente de mudança nas situações mais precárias, mais aterrorizantes, mais sem vida e sem esperança que possa haver ao redor do planeta, existiram pessoas como Madre Teresa, Nelson Mandela, Martin Luther King e tantos outros mundo afora, seres grandes em amor e compaixão, que sonharam por uma vida inteira os sonhos dos outros, tornando-os em seus próprios.

Aqui no Brasil dentre tantas personalidades com essas características exclusivas de quem nasceu para servir o mundo, lembrei-me de Zilda Arns, que apresentou ao M…

O peso da memória

Todo mundo sabe que a vida é dividida e mediada pelo tempo, temos o passado, o presente e o futuro. Existem várias teorias que cada um desses estágios de tempo representam um estado de ser, que a vivência é sempre definida pela forma como você lida com cada uma dessas épocas.
Alguns dizem que relembrar o passado é bom, que é motivo de orgulho, devido aos inúmeros aprendizados e as diversas possibilidades de se reinventar e se refazer com base no que já foi vivido. Outros dão uma atenção especial ao presente, dizem que é o estágio que mais dá satisfação e o momento em que se deve mais valorizar, pois o que passou e o que virá foi e será respectivamente determinado pelo presente. Há ainda aqueles que vangloriam o futuro, fazem dele sua fonte de esperança de vida, de sucesso e de felicidade. Colocam a responsabilidade de ser e viver no famigerado futuro, afirmam a qualquer custo que ele é a solução para tudo e que nada mais é que a representatividade da sabedoria do tempo.
Eu como cidadão …